Ele não tinha medo. Acha ter todo o controle de todas a situações. Imaginava que não seria atingido por nada e nem ninguém. Era sublime.
Todos os dias encarava o mundo como só ele sabia fazia e sabia fazer. Ele era o Sr Imprudente.
Sr Imprudente era um cara acima do bem e do mal. Parecia não conhecer o perigo. Era apaixonado pela Dona Morte, que retribuía todo esse amor também. Mas o encontro, que todos imaginavam que ocorreria a qualquer momento, demorava a acontecer. Todos os dias, a Dona Morte vestia seu melhor vestido, preto no estilo longo, capuz à cabeça, e o esperava, ansiosa e feliz, ao encontro de seu amado.
Do outro lado o Sr Imprudente tinha um grande amigo, o Sr Sorte. Diziam que ele não existia, que ele era um tanto quanto omisso, que não dava as caras, mas ele estava sempre lá. Quando a situação saia do controle, eis que surgia o Sorte, que com um leve toque, livrava seu amigo Imprudente do perigo. E isso deixava a Morte triste. E eis que mais uma vez o encontro com seu amado não ocorreu.
Muitos anos se passaram, e cada vez mais o sr Sorte estava sempre disposto a ajudar o sr Imprudente, e a Dona Morte, cada dia mais triste, se consolava com os não raros momentos que o sr Imprudente passava a sua frente, com um olhar lindo e sedutor, mas que nunca a encontrava.
Certo dia, o Imprudente conheceu uma moça mais nova, chamada Segurança. A senhorita Segurança falava demais, e isso irritava o sr Imprudente, e também gerou um certo problema entre os dois no início desse relacionamento. A senhorita Segurança, com muita cautela, é verdade, foi pouco a pouco conquistando o coração do senhor Imprudente.
E como ficava o seu grande amigo, o Sorte?
Sorte era um cara feliz, não precisava da companhia de ninguém para ser realizado. Na verdade, o Sorte se sentia mais feliz sempre que podia, de alguma forma, providenciar o encontro de uma senhorita Segurança com os senhores Imprudentes que encontrava por aí.
E eis que o sr Imprudente casou-se com a senhorita Segurança, e mudou seu nome. Agora, como casado, chamava-se Prudente. Tirou o "Im" do nome que um dia entendeu que não lhe cabia bem.
Dona Morte se entristeceu, mas como uma senhora de poucos valores, foi logo se assanhando para tantos outros que não tiveram o mesmo Sorte pelo caminho e dessa forma, não encontraram uma senhorita Segurança para salva-los. Eis que foi e é uma dona de muitos amantes...
Todos os dias encarava o mundo como só ele sabia fazia e sabia fazer. Ele era o Sr Imprudente.
Sr Imprudente era um cara acima do bem e do mal. Parecia não conhecer o perigo. Era apaixonado pela Dona Morte, que retribuía todo esse amor também. Mas o encontro, que todos imaginavam que ocorreria a qualquer momento, demorava a acontecer. Todos os dias, a Dona Morte vestia seu melhor vestido, preto no estilo longo, capuz à cabeça, e o esperava, ansiosa e feliz, ao encontro de seu amado.
Do outro lado o Sr Imprudente tinha um grande amigo, o Sr Sorte. Diziam que ele não existia, que ele era um tanto quanto omisso, que não dava as caras, mas ele estava sempre lá. Quando a situação saia do controle, eis que surgia o Sorte, que com um leve toque, livrava seu amigo Imprudente do perigo. E isso deixava a Morte triste. E eis que mais uma vez o encontro com seu amado não ocorreu.
Muitos anos se passaram, e cada vez mais o sr Sorte estava sempre disposto a ajudar o sr Imprudente, e a Dona Morte, cada dia mais triste, se consolava com os não raros momentos que o sr Imprudente passava a sua frente, com um olhar lindo e sedutor, mas que nunca a encontrava.
Certo dia, o Imprudente conheceu uma moça mais nova, chamada Segurança. A senhorita Segurança falava demais, e isso irritava o sr Imprudente, e também gerou um certo problema entre os dois no início desse relacionamento. A senhorita Segurança, com muita cautela, é verdade, foi pouco a pouco conquistando o coração do senhor Imprudente.
E como ficava o seu grande amigo, o Sorte?
Sorte era um cara feliz, não precisava da companhia de ninguém para ser realizado. Na verdade, o Sorte se sentia mais feliz sempre que podia, de alguma forma, providenciar o encontro de uma senhorita Segurança com os senhores Imprudentes que encontrava por aí.
E eis que o sr Imprudente casou-se com a senhorita Segurança, e mudou seu nome. Agora, como casado, chamava-se Prudente. Tirou o "Im" do nome que um dia entendeu que não lhe cabia bem.
Dona Morte se entristeceu, mas como uma senhora de poucos valores, foi logo se assanhando para tantos outros que não tiveram o mesmo Sorte pelo caminho e dessa forma, não encontraram uma senhorita Segurança para salva-los. Eis que foi e é uma dona de muitos amantes...
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