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Mostrando postagens de novembro, 2011

Não tenha medo! E seja Feliz!

Diante dos mais difíceis desafios, Não tenha medo! Diante da mais feia e assustadora face do mal, Não tenha medo! Diante do mais escuro beco, Não tenha medo! Diante do improvável, Não tenha medo! Diante de todo o mal que há na Terra, Não tenha medo! Não tenha medo... Tenha respeito! Respeito ao desconhecido, ao improvável, ao inoportuno. Observe mais do que fale, Fale sempre aquilo que for imprescindível, Faça o que tem que ser feito, Tenha ação e atitude. Arrisque, persista, acerte e erre. Nunca desista.  Dê passos a frente e passos para trás.  E sempre que precisar da passos para trás, avalie as pegadas que deixou pelo caminho, E volte pelo mesmo caminho, porém com mais força e objetivo. Mas volte. Não mude em excesso, mas não fique parado.  Não seja uma "metamorfose ambulante". Isso é coisa de gente sem compromisso. Tenha compromissos, e seja responsável com eles.  Seja pontual.  Faça sempre o certo, ou procure fazê-lo sempre. ...

Eu, Seo Enoch e um Resta 1.

Tenho muitas experiências fantásticas com o meu pai, e isso ainda vai dar um livro. Histórias tão reais quanto tudo o que a vida pode nos proporcionar. Porém esses dias voltei no tempo.  Fuçando nos canais de minha TV, achei um jogo que marcou uma boa e velha parte dessa incrível convivência. Resta 1. Nos idos dos anos 90 nós não tínhamos computador. O máximo que tinha era um vídeo game, que logicamente, não podia ser ligado a noite, pois tinha Jornal Nacional e novela pra assistir. Meu pai, como todos os dias, jantava e deitava no sofá para assistir ambas. Dormia de roncar, mas acordava ao menor movimento nosso em direção a TV, ou para mudar o canal, ou para ligar o vídeo game.  Mas as vezes ele não dormia. Tinha um tabuleiro de Resta 1 que lhe chamava muita atenção. Pra quem não conhece o jogo, o desafio é deixar apenas uma peça. Se essa ficar no centro, segundo as instruções do jogo, era um gênio. E esse era o passatempo e o desafio. Ele ...

Sorte, Segurança, Imprudente e Morte. O que vai dar?

Ele não tinha medo. Acha ter todo o controle de todas a situações. Imaginava que não seria atingido por nada e nem ninguém. Era sublime. Todos os dias encarava o mundo como só ele sabia fazia e sabia fazer. Ele era o Sr Imprudente. Sr Imprudente era um cara acima do bem e do mal. Parecia não conhecer o perigo. Era apaixonado pela Dona Morte, que retribuía todo esse amor também. Mas o encontro, que todos imaginavam que ocorreria a qualquer momento, demorava a acontecer. Todos os dias, a Dona Morte vestia seu melhor vestido, preto no estilo longo, capuz à cabeça, e o esperava, ansiosa e feliz, ao encontro de seu amado. Do outro lado o Sr Imprudente tinha um grande amigo, o Sr Sorte. Diziam que ele não existia, que ele era um tanto quanto omisso, que não dava as caras, mas ele estava sempre lá. Quando a situação saia do controle, eis que surgia o Sorte, que com um leve toque, livrava seu amigo Imprudente do perigo. E isso deixava a Morte triste. E eis que mais um...

Família Mentira, Mentirinha e Mentirão. E sua vizinha, Dona Verdade

Era uma família bem animada, que num domingo qualquer discutia a respeito de suas vidas. Falou a Mãe da família, Dona Mentira: - Eu sou mais bacana. Sempre que pinta um stress ou alguma forma das coisas ficarem bem difíceis, complicadas mesmo, eu apareço. De forma bem sutil, tomo conta dos pensamentos, me amarro com alguma lógica, e assim, me faço entender. Comigo, não tem erro! Já a filha da família, Mentirinha,como toda adolescente, retruca: - Você não entende...Você é muito pesada! Eu sou a mais bela e mais simpática! Tem situações que não é preciso uma Mentira. Cabe apenas uma Mentirinha, de leve. Comigo, não tem dor de cabeça. São apenas nos assuntos fúteis que eu apareço, e nem comprometo o andamento das relações. As pessoas pouco percebem que eu existo, e deixo até as coisas mais fácies entre os amigos, os namorados, os apaixonados... Mas o patriarca da família, que tem sempre a razão, impõe seu pensamento: - Mentira e Mentirinha, não se iludam! O bom mesmo ...